sumido foi.
talvez tivesse sido eu que não fosse
mas se era e não foi ´
não era pra ser.
então sumiu
ou será que se perdeu em mim?
(biel)
quinta-feira, 6 de março de 2008
brisa da manhã
num sonho desses de garoto de rua
num começo de manhã
na noite mal dormida
no sol que penetrava como lança
no estômago do inimigo
numa saudade que não tinha do que ser
de um tempo feliz que nascia naquela inspiração
inspirei...
no lança-perfume,
minha cola,
seu pescoço.
(Biel)
num começo de manhã
na noite mal dormida
no sol que penetrava como lança
no estômago do inimigo
numa saudade que não tinha do que ser
de um tempo feliz que nascia naquela inspiração
inspirei...
no lança-perfume,
minha cola,
seu pescoço.
(Biel)
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
num piscar de olhos
houve antes algum amor
mas depois...
não há sequer depois de você.
a lua nunca iluminou as noites
só veio se embebedar
na noite que transborda dos seus olhos.
o teu cheiro de anjo
é pecaminoso
toda vez que eu fecho meus olhos.
fechar os olhos é um mergulho nos teus olhos
e no cheiro do teu cheiro
que atravessa minha madrugada.
(biel)
mas depois...
não há sequer depois de você.
a lua nunca iluminou as noites
só veio se embebedar
na noite que transborda dos seus olhos.
o teu cheiro de anjo
é pecaminoso
toda vez que eu fecho meus olhos.
fechar os olhos é um mergulho nos teus olhos
e no cheiro do teu cheiro
que atravessa minha madrugada.
(biel)
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
ilusionismo
Na risada dela um quê de veneno surgiu fazendo voltar um sentimento já esquecido que causou-lhe terror. Ela mesma o percebeu quando já era tarde demais. O estrago estava feito. O ápice da alegria cristalizada em uma risada maligna. Desfarçou, ainda, com uma imitação de voz infantil que mirava no nada, sem saber que acertaria tudo, menos o alvo. Ele sorriu ainda mais disfarçadamente e como um peixe que se afoga no próprio mar, e por vontade própria, atravessou a sala, não esbarrou no garçon, mas interrompeu a palavra mágica ao beijar quem a pronunciava: ela.
(biel)
(biel)
domingo, 16 de dezembro de 2007
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
no fim do túnel
não há heróis
no céu dela flutua capa nenhuma
nem lua sombreando nuvens também inexisentes
mas no dedentro sobrou
uma luz
uma fagulha
faísca
algum não sei quê de feitiço
e ressoou no seu semblante
o halo lunar.
(biel) Para Caroltcha
no céu dela flutua capa nenhuma
nem lua sombreando nuvens também inexisentes
mas no dedentro sobrou
uma luz
uma fagulha
faísca
algum não sei quê de feitiço
e ressoou no seu semblante
o halo lunar.
(biel) Para Caroltcha
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
depois do tiroteio
segurou-a pela cinturinha
chegou seu sexo volumoso ao dela
apertado.
sob as calças se sentiram
acabara a amizade!
tantava ela em vão vazar
os braços hercúleos lhe serpentearam no redor
e, humedecida, rendeu-se.
era dela o gozo,
era dele ela.
(biel)
chegou seu sexo volumoso ao dela
apertado.
sob as calças se sentiram
acabara a amizade!
tantava ela em vão vazar
os braços hercúleos lhe serpentearam no redor
e, humedecida, rendeu-se.
era dela o gozo,
era dele ela.
(biel)
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